Para comemorar os 150 anos da nossa querida Alice e seu País cheio de maravilhas, o blog Vícios e Literatura esta realizando em especial todinho dedicado a esta sonhadora. Todos os post que fizerem parte do especial vão ter este selo de Happy 150th Alice.
Para começar, nada melhor do que falar sobre as origens dessa obra, que até hoje é tão querida e debatida, pois nem todos os mistérios de Wonderland foram desvendados até hoje. Há quem diga que tudo não passou de um sonho de Alice, mas também há aqueles que vêm este devaneio como uma alusão ao uso de drogas. Sendo um ou outro, uma coisa é certa: Alice in Wonderland é um dos clássicos infantis mais queridos de todos os tempos.
Clique em Continuar Lendo para saber um pouco mais sobre esta linda obra...

A história de Alice no País das Maravilhas começou a ser escrita em 1862, quando Lewis Carroll fazia um passeio de barco no rio Tâmisa com a família Liddell. As filhas de Harry Liddell (diretor da faculdade Christ Church) Edith (8 anos), Alice (10 anos) e Lorina (13 anos) os acompanhavam, então como ele gostava muito de crianças (chegando a declarar certa vez que gostava de crianças, exceto meninos) e era muito criativo, começou a inventar uma história onde a protagonista se chamava Alice, e esta iria para em um mundo fantástico após cair em uma toca de coelho. A menina Alice gostou tanto da narrativa que pediu a Lewis que passasse para o papel para que ela pudesse guardar. Ele atendeu ao pedido da querida menina e em 1864 Alice's Adventures Underground estava pronto. Mais tarde Carroll resolveu publicar a obra e mudou a versão original acrescentando as cenas do querido Gato Cheshire e também do icônico Chapeleiro Maluco. 


Em 1865 finalmente chegava as prateleiras Alice no Pais das Maravilhas (para ser mais específica em 04 de julho daquele ano). A primeira tiragem teve um problema de impressão e foi retirada das lojas, porém a segunda tiragem, de dois mil exemplares, esgotou-se rapidamente e a obra se tornou um grande sucesso e foi lida até mesmo por Oscar Wilde (autor de O Retrato de Dorian Gray) e pela rainha Vitória (monarca regente na época), o que é muito engraçado, pois há quem afirme que a Rainha da história foi baseada nela, assim como vários outros personagens foram inspirados em pessoas da sociedade e da aristocracia inglesa.
A obra foi traduzida para mais de 50 línguas e em 1998, a primeira impressão do livro (que fora rejeitada) foi leiloada por 1,5 milhão de dólares americanos.



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