Título: As Luzes Mais Brilhantes
Autor: Augusto Alvarenga
Número de páginas: 205
Ano: 2017
Editora: Astral Cultural

LIVRO CEDIDO PELA EDITORA ASTRAL CULTURAL


Julién passou por uma fase terrível e seu coração ainda está despedaçado. Agora, ele decidiu viver um dia após o outro, tentando compreender as particularidades dessa cidade enorme que é São Paulo, onde ele vive, mas se sente sozinho. Porém, um dia, quando cruza a Avenida Paulista de bicicleta, ele tromba com Bruna, a aprendiz de cineasta mais diferente que já viu. Por causa desse momento tão inesperado - e quase trágico -, eles decidem tomar um café. E, depois desse café, nada mais foi como antes. Talvez algo possa surgir entre as luzes mais brilhantes da Paulista e repetidos cafés no Starbucks. Talvez eles – e os leitores – possam descobrir se e existe ou não amor em SP.

O livro se passa na cidade de São Paulo Capital e já de inicio percebemos isto.  Julién vive sozinho em um apartamento na paulista, trabalha numa livraria e passa o restante do tempo entre seus livros e CDs (adquiridos no lugar que trabalha) ou por SP com a melhor amiga Mariana. Logo de início vemos que a relação entre ele e a própria mãe é bem conturbada, já que a mesma o abandonou e agora mora em Paris com o namorado. Durante o desenvolver da história entendemos melhor tudo o que aconteceu e como ele desenvolveu um tipo de depressão terrível por causa disso. Mas não é só nisto que o livro tem seu foco, já que o ponto principal é a relação entre Julién e Bruna.

Os dois se conheceram de uma forma bem... Incomum (no spoilers here) mas acabaram se dando bem. Durante o livro vemos a paixão entre os dois aflorar e um romance crescer, mas na minha opinião o romance ficou muito meloso (desculpem, não consegui encontrar a palavra que representa o que senti diante do romance).

Oi, pessoas! Tudo bem? Espero que sim!

Hoje temos capas temáticas aqui no blog, e como amanhã é dia dos pais, nada mais certo do que lembrar e dedicar essa publicação aos homens mais importantes da nossa vida.

“Bora” conferir?




As três primeiras são de livros que eu e a Nina já lemos e tem resenha no blog. O Papai é Pop em Quadrinhos (resenha) e Papai Comédia (resenha) possuem um humor leve e divertido, então mais do que capas lindas o conteúdo também vale muito a pena conferir. E A Cabana do Pai Tomás (resenha), li uma edição em português, mas, encontrei essa capa linda dele em inglês.

Olá viciados, tudo bem?

Recentemente li o livro Fera da autora Brie Spangler, para saber mais sobre o livro vocês podem ler a resenha que eu fiz aqui no blog.
Apesar de eu não ter amado o livro, o protagonista tem um humor ácido e ótima tiradas. Marquei vários quotes legais nele. E hoje aqui estão!

Vem comigo!

"É mais fácil deixar minha mãe ficar inquieta sem motivo do que tentar ajudá-la a não se preocupar, porque - cuidado com o spoiler - ela vai se preocupar de qualquer jeito."

Título: A Rainha vermelha (livro 1)
Original: Red Queen
Autor (a): Victoria Aveyard
Número de páginas: 422
Ano: 2015
Tradução: Cristian Clemente
Editora: Seguinte

O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.

O mundo está diferente. Ele está dividido entre a cor do sangue das pessoas. Os de sangue prateado são os privilegiados, pois possuem poderes especiais (manipular o fogo, controlar o clima, ler a mente...), e por esta razão acabam fazendo com que os de sangue vermelho trabalhem exclusivamente para servi-los.

O país de Norta, assim como seus vizinhos, apesar dos poderes dos prateados, enviam soldados vermelhos para uma guerra que dura há anos para manter os seus recursos. Enquanto isso, os outros vermelhos vivem em uma condição de quase escravidão.

Mare Barrow é uma jovem vermelha prestes a completar 18 anos, e vive num pequeno e pobre vilarejo chamado Palafitas. Como não tem uma profissão, ela já sabe o que o destino lhe aguarda. Será obrigada a ir para guerra, da mesma forma que seus irmãos mais velhos.


Título: Fera
Original: Beast
Autora: Brie Spangler
Número de páginas: 384
Ano: 2017
Tradução: Eric Novello
Editora: Seguinte

LIVRO CEDIDO PELA EDITORA SEGUINTE.
Dylan não é como a maior parte dos garotos de quinze anos. Ele é corpulento, tem quase dois metros de altura e tantos pelos no corpo que acabou ganhando o apelido de Fera na escola. Quando ele conhece Jamie, em uma sessão de terapia em grupo para adolescentes, se apaixona quase instantaneamente. Ela é linda, engraçada, inteligente e, ao contrário de todas as pessoas de sua idade, parece não se importar nem um pouco com a aparência dele. O que Dylan não sabe de início, porém, é que Jamie também não é como a maioria das garotas de quinze anos - ela é transgênera, ou seja, se identifica com o gênero feminino, mas foi designada com o sexo masculino ao nascer. Agora Dylan vai ter que decidir entre esconder seus sentimentos por medo do que os outros podem pensar ou enfrentar seus preconceitos e seguir seu coração.

Não se deixe enganar pelo título, esta obra nada tem a ver com o clássico A Bela e a Fera. Dylan é um garoto de 15 anos, mas, ao olhar para ele você não pensaria que esta é a idade do garoto pelo simples fato de que Dylan é alto, muito alto. Ela já está em 1,90 e, segundo o médico, ainda vai continuar crescendo e além disso, ele é extremamente peludo, o que deixa sua autoestima lá em baixo. O pai dele morreu de câncer a muito tempo atrás, mas ele ainda tenta se comunicar com ele pedindo por sinais e coisas do tipo. Nunca realmente funcionou.